Previdência municipal é bomba-relógio nas prefeituras

TCU avaliou a situação dos fundos previdenciários dos municípios do Estado

Aposentados em frente à prefeitura de Ribeirão, Mata Sul, à espera de informações sobre pagamentos / Foto: Ricardo B. Labastier

Aposentados em frente à prefeitura de Ribeirão, Mata Sul, à espera de informações sobre pagamentos – Foto: Ricardo B. Labastier

Uma bomba-relógio bilionária. É assim que o Tribunal de Contas da União (TCU) trata os insolventes regimes de previdência de Estados e municípios. Pernambuco é proporcionalmente o Estado do País com mais fundos públicos de previdência. Aqui mais de 300 mil servidores ativos ou inativos têm suas aposentadorias nesse sistema. Dos 146 fundos de prefeituras pernambucanas, a estimativa é de que apenas cinco ou seis tenham equilíbrio financeiro, aponta o conselheiro Ranilson Ramos, do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Isso porque mesmo planos que têm conseguido pagar a aposentadoria possuem o chamado déficit atuarial, quando a estimativa mostra que o valor arrecadado agora não será capaz de pagar no futuro os benefícios dos que ainda estão na ativa.

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